quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Castidade Masculina - A Chave do sucesso no casamento



 Na idade média, era comum a muitos nobres precisarem fazer longas viagens que poderiam perdurar dias, meses e algumas vezes até anos. Períodos tão longos afastados de suas mulheres representava sério risco de infidelidade.
Não raras as vezes que ao chegar de suas longas viagens, o nobre se deparava com uma gravidez indesejada de sua esposa. E claro que a dúvida sobre a paternidade tirava o sono de muitos deles. Com o advento do cinto de castidade feminino, nobres puderem descansar em paz. Suas viagens não mais eram acompanhadas do medo da infidelidade.
A certeza de que a fidelidade de suas esposas era levada no bolso através de uma chave permitiu mais do que nunca que pudessem aproveitar ao máximo seus direitos de patriarca. Viajavam, faziam negócios e experimentavam novas mulheres em suas viagens, com a certeza e a tranquilidade de que teriam uma mulher limpa e casta pronta pra eles em seus castelos quando resolvessem voltar.  
Os tempos mudaram. E a sociedade extremamente machista de outros tempos... infelizmente ainda não mudou. Mas, muitos casais têm subvertido e até mesmo invertido essa cultura. O fetiche Cuckold permitiu que mulheres trancafiassem os membros de seus maridos, com a aceitação deles, para garantir sua castidade. Ou seja, tudo ao contrário.
Maridos submissos e masoquistas, esposas sádicas e dominadoras? Você pode buscar quantos rótulos ou explicações sua imaginação puder buscar... o fato é que o fetiche cresce e muito a cada ano. O dispositivo de castidade masculina tem suas vendas muito acima do mesmo acessório para o sexo oposto.
De acordo com Tomáz do ksal_sub39 o dispositivo pode ser “um pouco desconfortável no inicio”. Há 2 anos ele e sua esposa resolveram juntos adotar esse acessório em suas brincadeiras cotidianas, como conta Tomáz:
“No começo, minha esposa colocava o dispositivo em mim apenas quando ia sair com outros homens. Tudo era muito excitante. Ela transava na minha frente e meu pau nem sequer tinha espaço para endurecer, mas quando chegávamos em casa ela tirava o dispositivo e era a minha vez. Ela me masturbava por horas sem deixar eu gozar. Hoje em dia, já me acostumei a usar por dias seguidos, mesmo quando ela não pretende se aventurar fora do casamento”.
Casos como o de Tomáz e de sua esposa anônima não são incomuns. Casais que no cotidiano transparecem uma imagem de austeridade, compostura e até mesmo religiosidade, entre quatro paredes liberam seus lado mais selvagem e se permitem por em prática fantasias nada convencionais, tais como a castidade masculina.
A chave do dispositivo representa um símbolo universal de poder e dominação. Mas, ao contrário dos tempos em que ela acabava nos bolsos dos nobres soberanos, agora ela termina dentro de um sutiã de uma hotwife.  
Mulheres dominadoras ou não, adoram o poder e a segurança que o dispositivo representa. Maridos controlados na palma de suas delicadas mãos ficam mais dóceis, manipuláveis, como relata a esposa anônima:
“Antes ele tinha mais vontade de pular a cerca (risos). Graças ao uso mais frequente da gaiola, meu marido ficou mais domesticado, aceitando melhor minhas escapadas e me permitindo escolher meus parceiros livremente. Até nos afazeres do lar ele passou a contribuir mais. Enfim, todos vivemos muito melhor agora.”
 Parece que de alguma forma, a excitação do casal é potencializada ao extremo quando cada um é colocado definitivamente no seu papel e isso é garantido através do dispositivo.
Esposas que antes representavam um impeditivo para que maridos tivessem aventuras extra conjugais, com o uso do dispositivo se tornam verdadeiras musas, exclusivas no pensamento dos maridos e extremamente desejadas. O jogo do proibido ganha vez novamente, como se fossem dois adolescentes. Com isso, é um “Adeus” à monotonia do casal.
A equipe do Sodomaegomorra.com deseja a todas as esposas dominadoras que exerçam seu poder sobre seus maridos com todo o gosto que tanto anseiam. Se possível vejam os modelos de dispositivo que temos em nossa loja virtual e também outros produtos referentes ao assunto. Boa castidade aos maridos.

2 comentários:

  1. Eu vivo em castidade controlada. Uso cinto 24 horas por dia 7 dias por semana. Minha esposa tem namorados comedores, casais, amigos e amigas.
    Minha estória está toda em
    http://submissocornoecontrolado.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  2. Olá amigos, sou o Paulo: negro, 37 anos, bem dotado na grossura, experiente com casais e discreto.
    Busco aventuras com casais experientes e também posso ajudar com os iniciantes. Sou bem liberal, e adoro realizar fantasias do casal.
    Sou de São Paulo capital.
    Contato: pauloblacksp@hotmail.com
    Whats: 11-94591-5972
    Kik: pauloblacksp

    ResponderExcluir