quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Dogging - Um fetiche em 4 rodas



Era uma vez, nos anos 70, um jovem casal inglês que resolveu ceder ao louco desejo de fazer sexo. O motel estava caro, a casa dos pais dos jovens não era o lugar. A dificuldade para achar um bom local, associada ao desenfreado desejo fizeram com que o casal cedesse ao impulso de fazer sexo ali mesmo dentro do carro, em plena cidade.
O casal percebeu que o sexo naquelas condições tão adversas, ao contrário do que se poderia esperar, aumentou muito o nível de excitação e prazer. O medo de ser descoberto... o prazer de transgredir regras sociais... a aventura do proibido... toda a situação mesclou altas doses de Oxitocina e Adrenalina. Assim, começou o Dogging no mundo.
O Dogging é um fetiche que tem sua origem no aprofundamento do Exibicionismo. E tem como sua evolução em maior grau o Gang Bang. Ou seja, o Dogging é mais pesado que o Exibicionismo e mais leve que o Gang Bang.
Imagine aquele casal exibicionista, que adora sexo no mesmo ambiente e também curte se exibir na internet. Agora, imagine se esse mesmo casal quisesse viver uma experiência de exibição um pouco mais arriscada, dentro de seu carro, nas ruas e estacionamentos. Esse seria o Dogging.
Eles pegariam um carro, e em meio à madrugada buscariam um lugar vazio, mas não abandonado, para fazer sexo, se exibir para passantes podendo evoluir para a permissão dada à estranhos de participação leve, tais como passar a mão, se masturbar ou serem masturbados e até sexo oral. Ou ainda, em níveis mais avançados, a permissão dada ao estranho de completa participação do ato sexual do casal.
Em algumas cidades existem locais próprios ao Dogging, em que todos do meio sabem que ali se costuma praticar o fetiche. Assim como uma praia de nudismo, esse locais não são oficializados, apenas são de conhecimento geral. E assim, no boca a boca, o local e o fetiche vão ganhando fama.
A fama do fetiche foi tamanha que até mesmo atores famosos acabaram sendo flagrados praticando o fetiche. E claro que a mídia não aliviou o escândalo. Mas, isso acabou tendo efeito reverso sobre os jovens. O proibido ganhou dimensões continentais, e foi exportado para todo o mundo.
Pais com orientação educacional mais severa e a baixa renda dos jovens foram fatores que impulsionaram ainda mais a prática desse arriscado fetiche. Em muitos países, a prática desse fetiche é contra a lei, pois fere o pudor público. No Brasil, o código penal prevê o ato obsceno em local publico como crime.
A questão é que quanto mais o fetiche é condenado por pais, autoridades, legislação, associação de moradores, maior a intensidade de prazer de quem desafia todas esses obstáculos. Daí a dificuldade de se coibir tal prática.
Os jovens abominam a figura da autoridade. E sentem adrenalina em desafiar qualquer ordem. Seja educacional, religiosa ou até mesmo legal. O barato está justamente em fazer das ruas sua própria casa e subverter qualquer regra moral.
Mas, não pense que com isso, o Dogging é a estampa sexual da Anarquia. Nesse fetiche, existem regras própria bem claras. É como um código interno entre praticantes. Claro que ninguém escreveu essas regras. Mas, ainda assim, elas existem e são claramente entendidas por quem busca essa forma de prazer.
Assim, no Dogging, chegado ao local público onde se costuma praticar o fetiche, o casal que acender a luz interior do veículo, estará dando o sinal de consentimento para aproximação de estranhos que desejem assistir o ato sexual do casal.
Ainda dentro desse código, o casal que abaixar o vidro da janela do carro, estará autorizando que os estranhos que estejam assistindo ao ato, possam passar a mão no corpo dos praticantes.
Em um nível mais avançado do fetiche, existem os casais que abrem a porta do carro, como simbologia que autoriza a participação do estranho no ato sexual do casal no interior do carro.
Em última análise, o Dogging permite a perfeita aproximação de casais exibicionistas com pessoas adeptas ao Voyeurismo. E essa prática conduz os impulsos de ambos os polos em direção ao êxtase sexual pleno.
O tipo de cumplicidade que é gerado entre os participantes é algo valioso numa relação. Afinal, qual casal não gosta de ter boas histórias vividas juntos? Isso faz parte das boas páginas sexuais que todo casal liberal e verdadeiramente cúmplice gosta de ter em suas memórias.
Aos casais curiosos que desejem experimentar essa prática, recomendamos antes, viver a fase do exibicionismo simples, vivido através de sexo no mesmo ambiente, exibição pela internet por fotos, vídeos ou até em transmissão ao vivo pela câmera, antes de dar o próximo passo.
Passada a fase de exibição, o Dogging é a evolução natural. Procura identificar com outros praticantes, os locais de sua cidade mais comuns à essa prática. Geralmente são parques, estacionamentos, praças. Por fim, organize virtualmente um encontro, com o data, local e hora em que pretendem por em prática o Dogging. Comecem convidando perfis virtuais de mais confiança. Deixem os completos estranhos para uma fase posterior.
Aos praticantes de Dogging mais experientes, nossa sugestão é pesquisar sobre Gang Bang. Certamente, é um fetiche mais pesado e também é a evolução natural do Dogging. Pode ser que se interessem, ou pode ser que não. O que vale é conhecer.















2 comentários:

  1. COMEDOR EM GUARUJA PARA CASADAS LIBERADAS PELO MARIDO - hmaduromaduro@gmail.com - EXPERIMENTA!

    ResponderExcluir
  2. Olá amigos, sou o Paulo: negro, 37 anos, bem dotado na grossura, experiente com casais e discreto.
    Busco aventuras com casais experientes e também posso ajudar com os iniciantes. Sou bem liberal, e adoro realizar fantasias do casal.
    Sou de São Paulo capital.
    Contato: pauloblacksp@hotmail.com
    Whats: 11-94591-5972
    Kik: pauloblacksp

    ResponderExcluir