domingo, 24 de julho de 2016

Podolatria - O fetiche que deu pé!



Sem trocadilho, a Podolatria é um fetiche bem peculiar. Trata-se de uma fantasia tipicamente masculina. Mas, muitas mulheres podem embarcar na fantasia e começarem a adorar a bajulação de seus homens vinda pelos pés. Aos olhos de um podólatra, nenhuma visão pode ser mais sensual e instigante do que um pezinho bem feminino, lisinho, bem cuidado, com pele macia, e com acessórios para temperar a visão.
Geralmente, a podolatria não é um fetiche autossuficiente, estando na maioria das vezes, associado a outros fetiches anexos. Por exemplo, o podolatria Cuckold, que fica excitado produzindo o pezinho da esposa que vai sair com o comedor, passando cremes, e colocando acessórios da simbologia Cuckold. Ou ainda a podolatria do Bull (comedor), que antes de apreciar a esposa do Cuckold, sabe saborear bem os pezinhos da Hotwife.
Mas não pense que a vida de um podólatra é fácil. Apesar do que possa parecer, gostar tanto assim de pés pode ser um fetiche de difícil realização e aceitação. Um gosto tão incomum pode ser mal interpretado e até espantar outras pessoas que não compreendam essa forma de excitação.
Assim, a Podolatria consegue ser alvo de preconceitos não apenas fora do meio liberal, mas também dentro dele. Mesmo as pessoas mais liberais, podem estranhar a excitação de terceiros com algo tão simples como um pé. Para os mais receosos, o homem que se assume podólatra pode na verdade estar encobrindo alguma tara maior. Ou ser um “pervertido”.Ou ainda, manchar sua imagem de homem viril. Certamente que o preconceito dificulta qualquer fetiche de ser bem compreendido.
Dentro de um casamento, o marido podólatra costuma tratar a esposa como uma rainha. Homens com esse fetiche costumam ser caprichosos, carinhosos, e apreciadores de sutilezas. Costumam ser homens de gosto mais refinado, mais carinhosos e algumas vezes até românticos. Claro que isso agrada às mulheres mais emotivas. Por outro lado, é sempre preciso que o podólatra se esforce para não esquecer o bom o velho sexo selvagem e a pegada, que muitas mulheres tanto almejam.
Para algumas mulheres mais objetivas e pragmáticas no sexo, a Podolatria pode parecer até frescura. Em nenhum momento, deve o homem fazer a mulher se sentir abandonada, ou trocada pelos pés. Imagina que quebra clima seria no meio de uma sessão de prolongados beijos do marido nos pezinhos, uma queixa da esposa, se sentindo entediada?!
Certamente, que o podólatra terá alguma dificuldade de entrar em sintonia com pessoas mais imediatistas no sexo. Pressa no sexo é algo que o podólatra desconhece e abomina. Daí a dificuldade em conciliar o seu ritmo mais apreciador com a intensidade de quem curte sexo selvagem.
Mas, nada é impossível no campo das fantasias. Com força de vontade conjunta de marido e esposa, é possível encontrar um meio termo e procurar definir um ritmo que seja equilibrado para os dois.E quem diria, nesse caso, o homem, que costumeiramente é taxado de ser mais apressado no sexo, vivencia situação inversa.
Pode ser árdua, para os podólatras solteiros, a procura por mulheres que entendam, aceitem ou até apreciem essa predileção não convencional. A dica é procurar dar ênfase na busca por mulheres que deem margem a uma conversa mais liberal. As que forem mais objetivas, dificilmente simpatizarão com esse fetiche. E também, saber identificar mulheres que adorem ser colocadas num pedestal. Para essas, toda bajulação será bem vinda.
Mulheres mais emotivas, que sintam necessidade de serem admiradas, virarem deusas, dominadoras, ou que curtam um sexo mais psicológico e menos físico, costumam gostar dessa proposta. Afinal, o que poderia ser melhor para essas mulheres do que ter seu homem literalmente aos seus pés? 
Seja qual tipo de mulher você, podólatra, conseguir capturar para suas aventuras, a nossa equipe deseja que se satisfaça com tudo o que tem direito. Lambuze sua deusa com longas sessões de beijos e lambidas. Mostre a ela o poder se seus pés exercem. Muitas massagens para levá-la aos céus. E caprichem no visual de seus tornozelos.


 



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